Viajantes no centro histórico de São Luís

Depoimentos

O que os viajantes
dizem sobre a Estandarte

Relatos de pessoas que fizeram o programa em São Luís — sobre o que esperavam, o que encontraram e o que levaram de volta.

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Relatos

Experiências em primeira pessoa

Fiz a Semana da Tradição do Norte no Carnaval deste ano e voltei com uma visão completamente diferente do que é o folclore maranhense. O guia não só nos levou aos eventos — ele parou em cada momento importante para explicar o que estava acontecendo, de onde vinha aquela forma de dançar, o que significava o estandarte de cada grupo. Eu não esperava tanto conteúdo junto com a festa.

CF

Cláudia Ferreira

Belo Horizonte — MG · Janeiro 2025

Fiz o passeio pelos azulejos numa manhã antes de ir para um evento à noite. Achei que seria algo rápido e de passagem, mas o Felipe (o guia) tem um conhecimento específico sobre cada fachada — de onde vieram os azulejos, quando foram instalados, o que representam os motivos. A pausa no café foi bem-vinda no meio do roteiro. Voltei com fotos completamente diferentes das que teria feito sozinho.

RT

Ricardo Tavares

São Paulo — SP · Fevereiro 2025

Fomos eu e meu marido para a Extensão Delta e Dunas depois de dois dias no Carnaval. O contraste foi exatamente o que queríamos — da cidade animada para um lugar muito tranquilo, com dunas enormes e um rio no meio. O transfer foi pontual, a pousada era simples mas bem localizada. O que nos surpreendeu foi a tarde de barco: o condutor conhecia os braços do rio de cabeça e nos levou a um lugar onde quase não tinha ninguém.

MN

Mariana Neves

Curitiba — PR · Fevereiro 2025

O plano escrito que a Renata mandou antes da viagem foi muito útil. Tinha não só o roteiro das noites, mas sugestões de o que fazer nas tardes livres — restaurantes, mercados, pontos do centro que valem uma caminhada. Não me senti preso ao roteiro em nenhum momento; as sugestões estavam ali se eu quisesse, mas o ritmo era meu. Para quem gosta de viajar sem guia o tempo todo, esse formato funciona muito bem.

GS

Gustavo Silveira

Porto Alegre — RS · Janeiro 2025

Trouxe meus pais para o Carnaval em São Luís — ambos com mais de 65 anos — e precisava de algo organizado mas sem correr. A Adriana foi muito atenciosa na organização: escolheu eventos com acesso mais fácil, confirmou as acomodações com bastante antecedência e ficou disponível por mensagem durante toda a semana. Minha mãe nunca tinha estado no Maranhão e saiu encantada com os azulejos.

LM

Letícia Macedo

Rio de Janeiro — RJ · Fevereiro 2025

Combinei os três programas numa estadia de uma semana e meia. Foi muito intenso no começo, com as noites de festa, e depois mais tranquilo com as dunas. Gostei que não havia uma fórmula rígida — quando quis ajustar a sequência, a equipe reorganizou sem problema. O que ficou mesmo foi a noite no bairro da Madre Deus, com um grupo de bumba-meu-boi que não aparece nos guias turísticos.

PC

Paulo Carvalho

Brasília — DF · Fevereiro 2025

Histórias Detalhadas

Como outros viajantes planejaram a viagem

A situação

Família de quatro pessoas — dois adultos e dois adolescentes — que nunca havia visitado o Maranhão. Queriam o Carnaval mas tinham receio de eventos muito movimentados para as crianças.

O que organizamos

Semana da Tradição com seleção de eventos de bairro de porte médio, hospedagem com dois quartos no centro histórico e plano escrito com atividades diurnas para os adolescentes — visita ao museu, mercado central, caminhada pela orla.

O resultado

Os adolescentes ficaram mais interessados nos eventos do que os pais esperavam. O grupo voltou pedindo informações sobre o ciclo junino, que o guia havia mencionado durante uma das explicações.

"Minha filha de quinze anos saiu de São Luís sabendo explicar o que é um sotaque de matraca. Não esperava isso numa viagem de Carnaval." — Ana Beatriz Lima, Recife

A situação

Pesquisador de arquitetura de uma universidade paulista, em viagem individual de estudo sobre revestimentos históricos em cidades brasileiras.

O que organizamos

Passeio pelos Azulejos estendido com acesso a duas edificações normalmente fechadas ao público, em parceria com o instituto de patrimônio local. Documentação de fachadas com levantamento fotográfico.

O resultado

O pesquisador conseguiu registrar azulejos de procedência portuguesa datados do século XVIII que não constavam em levantamentos anteriores. A visita foi incluída como referência numa publicação acadêmica.

"O Felipe tem um domínio do acervo azulejar de São Luís que vai muito além do que vi em qualquer guia publicado." — Prof. Henrique Borges, USP

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Endereço

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Atendimento

Seg–Sex: 9h–18h
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Em Números

Indicadores da Estandarte

8+

Anos em São Luís

340+

Viajantes atendidos

4,7

Avaliação média

100%

Atendimento personalizado

Guias cadastrados no Cadastur

Todos os condutores têm habilitação ativa no Ministério do Turismo.

Membro do SINGTUR-MA

Afiliação ao Sindicato Maranhense de Guias de Turismo.

Parceria com o patrimônio local

Atividade colaborativa com a Fundação Municipal de Cultura de São Luís.

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